Conexão MT

Notícias de Mato Grosso e do Mundo

Compartilhamento de provas sobre ajudante pode gerar novo embaraço para Bolsonaro

Compartilhamento de provas sobre ajudante pode gerar novo embaraço para Bolsonaro
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

Entre em nosso grupo de WhatsApp e receba notícias em tempo real CLICA AQUI

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Além de afirmar que o presidente cometeu crime no vazamento da investigação sobre o hacker do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a Polícia Federal pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, o compartilhamento de informações do ajudante de ordens Mauro Cid com o inquérito que investiga a declaração de Jair Bolsonaro (PL) sobre a relação da vacinação com o desenvolvimento de Aids.


Se Moraes aceitar o pedido feito pela delegada Denisse Ribeiro no relatório final sobre o vazamento do caso do hacker do TSE, a investigação, que até então contava apenas com informações públicas da live em que o presidente fez as afirmações sem provas, será reforçado com a quebra de sigilo telemático do ajudante de ordens.

Embora seja relatada por Moraes, a investigação não é conduzida pela equipe que cuida dos inquéritos das fake news e milícias digitais.

A fala do presidente foi vista pelos investigadores desses casos como mais um evento do grupo que atua na disseminação de desinformação. Mas como será outro delegado que conduzirá o inquérito, não se sabe qual a interpretação que será dada às declarações do presidente. ​

O caso está na CINQ (Coordenação de Inquéritos Especiais), onde tramitam a maioria das investigações cujos alvos são pessoas com foro privilegiado.

As informações compartilhadas mostram, segundo a PF, Mauro Cid na organização da live em que o presidente divulgou notícia falsa sobre a relação das vacinas com a Aids.

A live em que Bolsonaro fez a associação entre a doença e a vacinação ocorreu em outubro. Dias depois, YouTube e Facebook tiraram o vídeo do ar por desrespeitar as regras sobre disseminação de desinformação relacionada à Covid.

Comentários