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Corpo do diretor baiano Geraldo Sarno será sepultado nesta quinta (24)

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O corpo do diretor e roteirista baiano Geraldo Sarno, que morreu na noite de terça-feira (22), aos 83 anos, será sepultado no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, a partir das 10h desta quinta-feira (24). Ele estava internado no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, na zona sul do Rio. Em nota, a unidade informou  que a pedido da família não podia divulgar informações sobre a causa do falecimento.


Sarno nasceu em Poções, na Bahia, em 6 de março de 1938.  Filho de comerciantes italianos, ele cresceu no meio do sertão em uma comunidade de imigrantes.

Segundo o projeto “Memória do Cinema Documentário Brasileiro”, o interesse do artista pelo cinema surgiu nas sessões  de cinema de sua cidade, também frequentadas pelo cineasta Glauber Rocha, ainda criança, levado pela mãe. Mas foi durante uma viagem a Cuba, para onde foi em 1962, indicado pela União Nacional dos Estudantes , que resolveu estudar a arte durante um ano. 

Em entrevista concedida no ano passado para o Festival Ecrã, Sarno declarou que chegou a ser desencorajado a trabalhar com cinema.

Os seus primeiros filmes, Viramundo (de 1965) e Auto da Vitória (de 1966), serviram de inspiração para trabalhar temas da cultura popular do sertão nordestino, o que também está presente em trabalhos seguintes,  como Os Imaginários (1970) e o O Engenho (1970), sob produção de Thomas Farkas.

O cineasta recebeu em 2008 o prêmio de melhor direção no Festival de Brasília, com o filme Tudo Isto me Parece um Sonho, que conta a história do general pernambucano Ignácio Abreu e Lima. Ao lado de Simon Bolívar, o general participou de batalhas a favor da libertação da Colômbia, Venezuela e Peru da Coroa Espanhola no século 19.

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