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Grupo Pró-Babitonga divulga estudo sobre concentração de metais no Canal do Linguado

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Pesquisa foi custeada com valores obtidos em ação civil pública do MPF


Foto: Grupo Pró-Babitonga

O Grupo Pró-Babitonga (GPB), colegiado de voluntários que atua na gestão ambiental do Ecossistema Babitonga, localizado no litoral norte de Santa Catarina, apresentou em sua reunião do último dia 8 de fevereiro o estudo de reconstrução ambiental, que teve por objetivo determinar a concentração de metais nos sedimentos do Canal do Linguado.

Esse estudo foi custeado com valores obtidos por meio de um cumprimento de sentença, em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF). A ação requeria o pagamento de indenização pelos danos causados por uma construtora ao destruir vegetação fixadora de dunas nas obras de um edifício em Barra Velha.

Conforme o estudo do GPB, “o fechamento total do Canal do Linguado aconteceu na década de 1930 e, desde então, divide opiniões dos moradores do entorno da Babitonga. Parte dos impactos é visível a olho nu e percebido por quem navega ou pesca na baía. Diversos estudos realizados desde a década de 1980 evidenciaram impactos negativos na qualidade da água, dos sedimentos e também na composição da fauna e da flora do local”.

Porém, segundo as conclusões do próprio estudo, “de maneira geral a qualidade da coluna de sedimentos pode ser considerada satisfatória, eliminando um mito muito presente no senso comum de que os sedimentos (lodo e areia) depositados no Canal do Linguado são altamente contaminados”. Os resultados da pesquisa demonstraram que os metais avaliados (Cobre, Chumbo, Cromo, Níquel, Zinco) e o semimetal Arsênio encontram-se dentro dos limites estabelecidos pela resolução nº 454/2012 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Como próximo passo para subsidiar uma tomada de decisão pela abertura, ou não, do canal, será necessária a realização da modelagem hidrodinâmica, que avaliará a movimentação de sedimentos, assim como a evolução do assoreamento na hipótese de manutenção do aterro.

Confira aqui as conclusões do estudo.

Assessoria de Comunicação Social
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