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Rebecca festeja sucesso e prepara álbum, turnê nos EUA e estreia no cinema

Rebecca festeja sucesso e prepara álbum, turnê nos EUA e estreia no cinema
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com apenas 23 anos, a cantora Rebecca, antes conhecida como MC Rebecca, já se prepara para grandes desafios e marcos na carreira de apenas quatro anos. Após o lançamento do single “Barbie”, a artista realizará uma turnê nos Estados Unidos e começar a planejar sua apresentação no Rock in Rio Lisboa, no palco Valley, que acontecerá em junho.


“Nunca imaginei que isso fosse acontecer tão rápido”, diz a cantora, que começou seus passos na música em 2018, como artista independente. Segundo ela, os primeiros anos de carreira foram fundamentais para chegar onde está agora, mas não deixa de ressaltar a evolução que teve após assinar com a gravadora, atualmente, a Sony Music.

Em 2022, ela afirma que irá se dedicar a sua turnê, ao planejamento do Rock in Rio e também que pretende trabalhar em seu primeiro álbum. “Estou pesquisando músicas e vou fazer campo de composição”, explica ela sobre o processo da criação das canções.

Enquanto isso, ela prepara ainda uma nova versão do single “Barbie”, a convite do Spotify. A música contará com participações de Dulce Maria, Farina e MC Danny, e deve trazer surpresas aos fãs, afirma Rebecca: “Até em espanhol eu estou cantando”, comenta ela, em entrevista pelo telefone, ao F5.

Para ela, o projeto feito em parceria com Lexa, Danny Bond e Pocah vai muito além de apenas um lançamento. “A música é muito representativa para mim e para as meninas”, conta. “Na minha infância não tinha Barbies pretas e de cabelo crespo, aquilo me incomodava”, relembra a artista. Rebecca diz que atualmente consegue ver sua filha de 4 anos encontrando representatividade em diversos lugares.

“O mercado precisava disso, de mulheres cantando e se unindo”, reflete. A cantora ainda reforça que é importante trazer pautas relevantes, mas conhecendo seu público para conseguir adaptar a mensagem da melhor forma, e também divertir os seguidores. “É importante não apenas militar, mas trazer coisas que as pessoas possam refletir”, completa ela.

Rebecca afirma que possui várias mulheres como inspiração, e cita nomes como Valesca Popozuda -uma de suas primeiras referências-, Normani, Beyoncé e Anitta, que esteve recentemente em entrevista com Jimmy Fallon. Ela diz que também procura se moldar como uma artista que possa cantar de tudo, que se arrisque além do funk, mas que não esqueça sua origem. “Gosto muito de misturar”, revela.

“Quando quero fazer algo diferente ou que eu nunca tenha tentado, sempre tento fazer parcerias com pessoas que já fazem os ritmos”, diz a artista, que relembra sua parceria com o samba “A Coisa Tá Preta”, feito com Elza Soares, que faleceu dia 20 de janeiro, aos 91 anos. “Eu só ia lançar a música se fosse com a Elza”, completa.

A artista também diz que se descobriu versátil em diversos campos, para além da música. Rebecca agora dirige seus clipes e estará em cartaz nos cinemas ainda este mês com uma participação no filme “Me Tira da Mira”, de Cleo. Ela também trabalha em uma série, em que será protagonista, mas não conta mais detalhes para dar um gostinho de surpresa. “Era um dos sonhos que eu queria realizar.”

“Quando me tornei cantora eu não sabia que podia fazer tudo”, diz com animação. Ela conta que durante a pandemia passou a estudar inglês, espanhol, português e redação, além de estratégias para conseguir se comunicar melhor através das redes sociais, que foram um ponto-chave para o entretenimento nos últimos anos.

“Consegui me reinventar também nessa pandemia, eu tinha muita dificuldade de gravar Stories e fazer publicidade”, completa. Por fim, a artista conta que torce para que o quadro da Covid-19 se estabilize com o avanço da vacinação no Brasil, para que o setor do entretenimento consiga seguir trabalhando.

“Acredito que com o avanço da vacinação já estamos conseguindo fazer bastante coisa. Em 2020 não conseguíamos nem sair de casa”, relembra. Para o futuro, Rebecca diz que estará em constante aprendizado. “Só tenho 23 anos, e tenho muita coisa para aprender e evoluir. Cada passo na carreira é fundamental”, completa.

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