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F1: Conversas entre Marko e Herta compensaram, aumento salarial na Indycar

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Colton Herta, piloto da Indycar, passou muito perto de conseguir um assento na F1. A AlphaTauri tinha interesse em colocá-lo na equipe, substituindo Pierre Gasly. No entanto, o americano não possui uma superlicença, necessária para pilotar na F1, e apesar dos esforços da Red Bull para conseguir uma, acabaram desistindo pois seria muito improvável. Ainda que não entre na categoria em 2023, certamente as conversas com Helmut Marko, conselheiro da Red Bull, não foram em vão.

Marko disse em conversa com a Auto, Motor und Sport, que por Herta ter sido cotado na F1, sua oferta na Indycar – onde ele correrá no próximo ano – melhorou. “Andretti melhorou a oferta a Herta para que ele ficasse”, disse Helmut. No entanto, não se sabe quanto a mais foi envolvido na negociação.

Com a saída de outro americano, Alexander Rossi, da equipe de Andretti na Indycar, Herta se tornará a grande estrela da equipe em 2023. Tendo mais um ano para conseguir os pontos necessários da superlicença caso ainda pretenda entrar na F1 em 2024. E Andretti certamente não quer perder o jovem talento.

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Outro motivo pelo qual a Red Bull desistiu de Colton, foi que ele já tinha contratos em andamento tanto com Andretti quanto com a McLaren F1. “Eles têm que resolver seus compromissos com a McLaren e Andretti se quiserem vir até nós.”

O contrato com a McLaren é para testes, Zak Brown, CEO da equipe britânica, ainda tinha demonstrado interesse em deixar Herta participar de um treino livre da F1. Porém, isso ficou claro que não aconteceria quando o americano começou a conversar com a AlphaTauri.

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