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Relação cintura-quadril é indicador melhor que IMC, dizem pesquisas

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O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma das principais formas de avaliar a saúde física de uma pessoa. Ele verifica se o indivíduo tem o peso ideal ou se está acima ou abaixo dele, informação que já está relacionada ao risco ou não de uma série de doenças.

O cálculo de IMC é realizado de maneira simples, dividindo o peso pela altura multiplicada por ela mesma (por exemplo, 80 kg / 1,70 m x 1,70 m). Pesquisadores, entretanto, têm sugerido um novo indicador para aferir o risco de doenças: o cálculo de relação cintura e quadril (RCQ).

Em um estudo recente, cientistas da University College Cork, na Irlanda, defenderam o método, como mais eficiente. Segundo eles, a relação cintura e quadril leva em consideração a distribuição de gordura e massa muscular, ao contrário do IMC.

“Observar a relação cintura-quadril ajuda (RCQ) as pessoas a identificar se estão com excesso de “pneuzinhos”, que é o acúmulo de gordura na região central do corpo. Diversos estudos já mostram que a presença deles é um fator de risco para diabetes tipo 2 e doença cardíaca”, apontou Ifran Khan, autor principal do trabalho, na divulgação do estudo.

A RCQ é aferida a partir da divisão da circunferência da cintura pela circunferência dos quadris. Em mulheres, o resultado a partir de 0,85 já indica risco de morrer precocemente; em homens, a medida de alerta é a partir de 0,9.

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Outro estudo, apresentado pela Associação Europeia para o Estudo da Diabetes, fez o apelo para que o IMC seja substituído pela medida cintura-quadril. O trabalho envolveu pesquisadores canadenses e analisou os registros de saúde de mais de 50 mil adultos que haviam falecido de alguma doença relacionada à obesidade.

O grupo de cientistas calculou a probabilidade de uma pessoa morrer precocemente considerando tanto o IMC quanto a cintura-quadril e o Índice de Adiposidade Corporal (IAC). A medição cintura-quadril foi mais precisa do que as outras duas. Os autores afirmam que quanto maior a RCQ, maior a chance de mortalidade prematura em consequência da obesidade, diabetes tipo 2, doença cardíaca e outros problemas relacionados.

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