Segurança pública
Black List prende homicida condenado a 13 anos
Condenado a 13 anos por homicídio em Tapurah, foragido desde 2019 é preso em Goiás durante a segunda fase da Operação Black List.
Foragido desde 2019, criminoso de Tapurah foi localizado em Goiás após cruzamento de dados de inteligência entre as polícias
A impunidade de um homem condenado por um crime brutal em Mato Grosso chegou ao fim. Nesta quinta-feira (15), a Polícia Civil prendeu um foragido da Justiça na cidade de Jaraguá, em Goiás. Ele deve cumprir uma pena de 13 anos de reclusão.
A captura, no entanto, não foi obra do acaso. Ela resulta de uma operação estratégica de inteligência. A ação conjunta envolveu as forças de segurança de Mato Grosso e de Goiás.
Fim da linha após anos de fuga
O crime que motivou a prisão ocorreu no município de Tapurah. A Justiça condenou o homem por homicídio qualificado. Segundo o processo, o crime teve agravantes severos, como traição e emboscada.
Essas circunstâncias, de acordo com a sentença, tornaram impossível a defesa da vítima. Desde 2019, porém, o autor do crime conseguia evitar o cumprimento da pena. A liberdade dele foi interrompida agora, em 2026.
Inteligência policial integrada
A prisão faz parte da segunda fase da “Operação Black List”. Esta ofensiva é liderada pela Delegacia de Tapurah. Além disso, a ação contou com o apoio crucial da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Draco (Delegacia de Repressão ao Crime Organizado).
A geografia, contudo, exigiu cooperação interestadual. Por isso, as equipes de Mato Grosso forneceram as coordenadas precisas do alvo. Na outra ponta, a equipe da Polícia Civil de Jaraguá (GO) executou o cerco.
Após a troca de informações sigilosas, os agentes confirmaram o paradeiro do fugitivo. O homem foi conduzido imediatamente à delegacia local em Goiás. Agora, ele aguarda os trâmites legais e ficará à disposição do Poder Judiciário.
O contexto da Operação Black List
A Black List não é uma ação isolada. Ela representa, na verdade, um esforço contínuo para cumprir mandados em aberto. A primeira fase ocorreu em agosto de 2025.
Naquela ocasião, as forças de segurança capturaram quatro pessoas. Os crimes envolvidos naquela etapa incluíam estelionato, falsidade ideológica e integração de organização criminosa. A retomada da operação sinaliza que o monitoramento permanece ativo.
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Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
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